Archive for January, 2010

Elementar, meu caro Robert Downey Jr.

January 22, 2010

Tomei vergonha na cara e ontem resolvi pegar a sessão de 22h para ver “Sherlock Holmes“. Tudo isso pelo Robert Downey Jr(a minha grandissíssima paixão de hollywood de todos os tempos), por que ele merece as duas horas que eu passei sentada no fresquinho do cinema vendo a cena que ele está amarrado NU na cama. Pois é, tive que fazer esse sacrifício. Não estou tentando ressaltar a minha bondade interna, mas faria denovo se fosse preciso, e tenho dito!

 Sinopse: Dentre os diversos casos desvendados pelo investigador mais famoso de todos os tempos, o caso do suposto feiticeiro Lord Blackwood deixa Sherlock Holmes e seu companheiro Watson em uma corrida contra o tempo, quando apos ser considerado morto o feiticeiro misteriosamente volta a vida e com um plano de dominar o mundo. Enquanto isso Holmes tem que se acostumar com o fato de que esse será o último caso que compartilhara com Watson, já que o doutor acaba de ficar  noivo.

O elenco tem algumas caras conhecidas, mais quem importa mesmo é, lógico, o Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Jude Law (Alfie) e Rachel McAdams (O Diário de uma Paixão).

Se você escolher esse filme pra ver ao invez de Alvin e os Esquilos 2, vai estar fazendo um grande favor para mim e para você. As cenas de ação são muito bem feitas, a trilha sonora muito bem colocada, e os personagens muito bem representados. Se você está esperando um investigador com um sobretudo, uma boina, e uma barriga mole, esqueça! Esse Sherlock Holmes é atrapalhado, irônico, engraçado, e claro, muito lindo. 

Como qualquer filme de Hollywood, rola um romance, mas é algo que eu acho que eles poderiam ter desenvolvido mais. Mas mesmo assim a química entre o Robert Downey Jr. (aii, não canso de digitar esse nomeee, Robert Downey Jr. Robert Downey Jr. Robert Downey Jr. ..) e Rachel McAdams é muito boa e bem divertida de se ver.

Olha, não sou só eu que acho que o Robert estava ótima nesse filme sem camisa tá?! Ele ganhou um Globo de Ouro pelo papel…

Bem, eu não tenho nada mais de tãoo legal pra contar. Então como eles dizem: uma imagem vale mais do que mil palavras, não? (nesse caso mais uns 5 posts)

Aqui vai, e se vocês mesmo depois disso não forem ver esse filme.. vocês são uns abajures!

Eu lavaria umas ropuas ai... fácil.

" Beneath this pillow lies the key to my release." (Shelorck Holmes)

Por que o Jude Law também não é de se jogar fora...

Eu já acho as imagens mais do que suficientes, mas se vocês preferem ação..

Então, abajures ou não, vale a pena ver esse filme de Guy Richie (diretor), eu sei que vou ver pelo menos mais umas duas vezes…

Obs: garanto sonhos com cachimbos, coletes de época e almofadas.. ou quem sabe sem almofadas?

Programado para lembrar.

January 19, 2010

- Que vergonha Anne, seis dias sem postar nada!

- Eu sei, mas…

- O que aconteceu para que ,durante as suas férias (momento sem-nada-pra-fazer-total), você ficasse sem postar? Hein?!  Por acaso aconteceu algum terremoto que te impediu de escrever, ou começou um novo BBB que te deixou muito ligada pra pensar em outra coisa? Ou vai ver, sei lá, o Hugh Jackman veio pro Brasil e você não sai da globo.com pra ficar sabendo onde ele está, mesmo não podendo ir atrás dele? Ahh, já sei, o novo filme do Robert Downey Jr. lançou e você não larga mais do Sherlock Holmes?Hann, han foi isso por acaso senhorita?

- Pois é … foi.

—–

Já que a explicação já se encontra super detalhada ai em cima vou começar o post logo, e não achem que isso sou eu fugindo do assunto, por que não é… só um pouquinho.

Então, eu estava em dúvida sobre o que escrever hoje: seguir o clima do último post e falar sobre os programas de tv que a gente via e que deixaram saudades, seguir a ideia da Ju Morani (http://juliamorani.wordpress.com)  e comentar sobre os frios, duros (aiai uiui), imortais e detestadores-de-alho, os vampiros, ou seguir os meus instintos e escrever sobre coisas soturnas e misteriosas como por exemplo Terorias da Conspiração.

Vou ser organizada uma vez na minha vida ( e pela infelicidade da minha mãe não vai ser no meu quarto) e vou seguir o assunto de “Infância” e falar sobre os programas de tv mesmo.

Prontos criançada?

“Vai Planetaaaa!”

 Quem nunca gritou essa ótima frase? Eu. Mas o resto das crianças pareciam se deliciar com esse smurf que cresceu… ou seria ele um Avatar com um péssimo corte de cabelo? Bem não importa, estou aqui para zoar esse clássico e é isso que vou fazer. Kriptonita (Super-homem), raiva (o estressado de shorts roxos), mulheres gostosas (o emo que fica em uma caverna e gosta de morcegos), nada disso afetava esse heroi. Querem saber a sua verdadeira fraquesa? Poluentes. É isso que acontece quando alguem sem ser a Marvel ou a DC Comics tenta criar um super-heroi, que ainda é amigo do meio-ambiente.

Vocês lembram que no final de todo episodio ele falava “O poder é de vocês!”?  Eu lembro, e devo dizer que até hoje essa frase me vem a cabeça quando jogo um chiclete na rua. O poder é meu de deixar os meus filhos num mundo mais poluido no futuro.

“Pelos poderes da minha tanguinha, eu tenho a forçaaa!”

E pensar que o Darth Vader teria sido tão mais legal com um mantra desses. Bem, voltando, uma das poucas coisas que eu lembro desse desenho era a quantidade mostrada de musculos por cena, e um malvado chamado Skeletor ( o que não fazia muito sentido na minha cabecinha, já que esse ‘esqueleto’ tinha mais musculos do que o Exterminador do Futuro).

Só tenho mais duas observações. A primeira: o que seria isso no peito dele? Alguma tendência sado? E a segunda: QUE NOME É ESSE? He-man, traduzindo é “Ele-homem”, será que eles estavam querendo afirmar a masculinidade desse torneado heroi? Bem que eu achava que ele adorova montar aquele tigre enorme…

“Alô.. Cosmos?”

Como em todo post eu declaro um favorito, aqui está: esse é o meu favorito. Tanto que devo admitir que só parei de ver esse desenho quando ele parou de passar no Cartoon Network ( que acho que foi ha uns 3,4 anos atrás). Esse desenho, junto com Sailor Moon, foi o dominador da minha infância, afinal foi graças a ele que eu ficava 1h no banho, tentando lançar um “Cólera do Dragão”. E vamos falar sério, que menina não tinha um cavaleiro favorito? Mas com o passar do tempo, e com o desenvolvimento dos  neurônios, passamos a reparar coisas que antes não viamos, como por exemplo o comportamento homossexual do cavaleiro de Andromeda, que tinha uma armadura rosa e com espaço para seios. A ingenuidade de uma criança … Sem contar com a SUPER inovadora trama de cada nova temporada: sempre com a garota de cabelo roxo tentando salvar o mundo rezando ( helloooo, Gandhi não conseguiu, o que faria ela achar que derrotaria deuses e mais gays usando armaduras?), e sempre o número 12 (doze casas, doze pilares, doze episodios iguais…).

E qual era a parada do cosmos? “Oh não, o cosmos da Saori se estinguiu! Será que ela está morta?”. Fala sério, eu usaria mais assim :”Oh o cosmos da Saori está fraco, ah então ainda da tempo de pedir conselhos de moda pro cavaleiro de Peixes”.

Os desenhos da nossa infância não tem fim, principalmente se você era que nem eu que não desgrudava de uma televisão. Mesmo não podendo escrever sobre todos vou colocar uma lista aqui de outros que eu acabei lembrando enquanto escrevia o post.

- She-ha

- Onde está Carmen Sandiego?

- Pink e Célebro

- Sailor Moon

- Ursinhos Carinhosos

- Cavalo de Fogo

- Smurfs

- Caverna do Dragão

É isso gente, espero que vocês tenham gostado e me perdoado pela demora. Se vocês quiserem que eu escreva sobre algum desses desenhos que eu citei acima ou algum que eu não lembrei de colocar só pedir. =]

Agora me vou, por que ta passando maratona de Rocket Power na Nickelodeon.

Gostinho da infância.

January 12, 2010

Gente, to adorando os comentários!! E estou muito feliz pelo caminho que o blog está levando =].

Pois é, ontem eu não postei nada (não me joguem ovos podres, ou tomates, ou alfaces… pois eu sei que vocês não tem nada disso a mão agora) e meus sonhos foram assolados por um constante sentimento de “ops, to me esquecendo de alguma coisa”.

Então, sobre o que falar agora? Vamos aproveitar esses tomates, alfaces e ovos e falar sobre comida? Ah, mas não vamos falar sobre qualquer comida, e sim aqueles deliciosos petiscos que empregnavam nossos dentes quando jovens e que misteriosamente sumiram das prateleiras do mercado e da dispensa de casa, para a alegria geral de nossos dentistas.

Vamos começar pelos docinhos…

Quem nunca lambuzou os dedos a chupar um push pop? Aquele pirulito (super higiênico) que precisava que colocassemos os nossos dedinhos (super limpinhos) na base para que ele levantasse ( já estou pronta para os comentários sugestivos, bring it on!). Apesar de ainda ser vendido em alguns lugares, eles nunca mais foram vistos nas cantinas da maioria das escola. Sinto falta de ter uma lingua azul sabor amora …

Agora, um dos meus favoritos:

Esse foi um dos marcos que fizeram a minha infância realmente feliz. Imaginem só, a minha felicidade ao abrir a minha lancheira do Simba e ao invez de achar aqueles biscoitos nojentos de recheio de morango, que a minha mãe cismava em comprar para mim (mãe, se você estiver lendo isso não se sinta culpada, já ultrapassei esse pequeno ‘trauma’ infantil e agora já

 sou quase normal), achar esses fofinhos ursinhos esportistas chamados Fofy! Eu estava pouco me ferrando para as crianças do patio, eu ficava mesmo era procurando um ursinho que fizesse bungee jumping. Mesmo não o tendo encontrado, eu ainda considero esse um dos melhores gostos da minha infância, que eu consigo me lembrar né… vai ver a sequela deixada pelos biscoitos de recheio de morango foram maiores do que eu achava.

Esse ainda é vendido nos becos escuros da cidade, apesar de ter sofrido uma inflação (vai ver o isopor está se tornando escasso no mundo). Vamos comparar essa informação de que o biscoito Fofura era feito de isopor, com aquela lenda urbana do McDonald’s ter carne de minhoca: será que eles não reparam que as crianças só comem m***a? Você acha, realmente, que elas se importariam em comer minhocas ou isopor? Não, pois é. Mas mesmo sendo feito de isopor, era um isopor muuito gostoso. A arte de comer esse biscoito era, depois de encher a barriguinha, limpar os dedinhos na roupa, que ficava quase amarela de tanto farelo.

Poxa, com o apetite aberto agora terei que me contentar em comer Negresco (eita nome racista) e biscoito de maizena (eita maçaroca). Se vocês lembrarem de mais alguma coisa que vocês comiam (aprovado pelo governo) e que infelizmente não comem mais ( não vale papinha, nem leite materno!) me avisem!

Bon appetit!

E o pior é que acabamos não sabendo..

January 10, 2010

Como prometido, aqui me encontro para contar a verdadeira história de um dos meus filmes favoritos: Pocahontas (1995).

 

Matoaka (Pocahontas na verdade era apenas um apelido de infância dado por seu pai) foi uma princesa indígena que ajudou muito os colonizadores de Jamestown.

Vamos começar então a trazer a realidade para essa história: a índia foi descrita por John Smith como sendo uma jovem de aparentemente 10 anos ( o que já nos faz desacreditar no romance entre os dois), a única relação que os historiadores nos mostram entre os dois foi um episódio contado pelo próprio Capitão Smith em que ele conta que foi capturado pelos ’selvagens’ da tribo da índia e que teria sido executado se não fosse pela interferência de Pocahontas. E é só isso que aconteceu entre os dois… pelo menos segundo os historiadores.

Mas não se preocupem, ela teve um romance. Sabe aquele cara que chega do nada no segundo filme e acaba ficando com ela? Então, o próprio. E eu aqui achando que a Disney estava somente se esforçando para estragar a história… Mas vamos em frente.

Ela realmente se casou com John Rolfe (ela tem alguma coisa com Johns, não?), e até tiveram um filho. Mas ela não conseguiu aproveitar muito, já que ao embarcar em um navio com o seu marido para retornar a Jamestown, Pocahontas ficou gravemente doente e morreu, aos 22 anos de idade.

Se no filme eu já achava ela uma figura altamente madura no meio do universo dos bailes e vestidos dos filmes da Disney, agora lendo sobre a real pessoa conhecida como Pocahontas eu vejo uma menina que teve que aprender a ultrapassar barreiras inimaginaveis para nós que vivemos no ‘agora’.

Com uma trilha sonora que realmente me faz ver ‘lá na curva o que que vem’ e com uma história de amor que se sobressai aos cavalos brancos e joaninhas falantes, Pocahontas é realmente uma obra prima do cinema.

Agora algumas curiosidades:

- a música “If I never knew you” foi retirada do filme pois os produtores acharam que ela não prenderia a atenção das crianças por ter um ritmo mais lento. Mas, para a minha grande alegria, eles resolveram terminar a cena para o DVD de 10 anos do filme.  Além de ter uma letra maravilhosa, é uma ótima chance para escutarmos a voz cantante de Mel Gibson.

- os animadores da Disney disseram que esse filme foi um dos mais difíceis de ser produzido devido aos complexos esquemas de cores e as expressões realistas dos personagens ( o filme demorou 5 anos pra ser feito). Mas eles foram recompensados, já que a personagem principal é considerada uma das mais bonitas e realistas personagens animadas.

- a sua premiere tem o recorde de maior premiere já feita! Foram mais ou menos 100,000 pessoas no Central Park que viram o filme por três telões enormes.

- os produtores achavam que o filme tinha grandes chances de seguir os passos de “A Bela e a Fera” e ser nominado a um Oscar, mas como o filme possuia um tema mais adulto, as crianças não se interessaram tanto.

- na vida real, era mais provável que Pocahontas passasse o filme inteiro top-less. (Ótima inovação pra Disney)

(Fontes: www.imdb.com , www.wikipedia.com)

Espero que tenham gostado. Enquanto a mim, só de escrever esse post já deu vontade de ver o filme denovo. =]

Someday my nightmare will come …

January 9, 2010

Tendo uma mente limitada e infantil como a minha não era de se espantar que logo logo aparecesse um post que tratasse sobre a Disney ou as suas “princesas”. As aspas são colocadas por que na minha opinião todas as grandes personagens femininas ( sem contar com as coelinhas, ratinhas, minhoquinhas…) são princesas. Grande é o meu espanto de a Disney só considerar princesas aquelas que possuem castelos e vestidos com lantejoulas e joias ( olha o recalque da Pocahontas aqui gente!).

Então, com a mentalidade de rebaixar todas essas meninas/mulheres a mitos, resolvi reunir as verdadeiras histórias que inspiraram a Disney em fazer seus grandes clássicos. A maioria dos contos foram retirados de livros escritos pelos formidáveis irmãos Grimm, que tratavam de traição, luxúria e sangue.

(P.S.: Todas essas histórias possuem inumeras versões, já que foram reescritas durantes zilhões de anos, estas que aqui se encontram foram as mais legais e mais ligadas aos irmãos Grimm que eu pude achar.)

Começando pelo começo temos a cantarolante Branca de Neve (1937) . Se todos se lembram, na versão da Disney a madrasta invejosa pede ao caçador que traga o coração da bela dama. Não se assustem, mas na versão original a rainha parece um pouco mais com uma contrabandista de orgãos, já que não se contentando com o coração da moça em uma caixinha também pede os pulmões e o fígado. E para aterrorizar as criançinhas mais um pouco, Branca de Neve não é acordada com um beijo de amor, e sim com o barulho feito pelo cavalo que carregava o seu caixão. Eu ficaria de mau humor…

Seguindo a cronologia temos a estabanada e esquecida Cinderella (1950). Acostumados com a cena do filme em que as horrendas irmães tentam, comicamente, enfiar aqueles pés nojentos no sapatinho de swarovski, a nossa infância teria sido bastante diferente se ao invez disso tivessemos visto as mesmas desesperadas cortando partes dos seus pés para que eles entrassem em um sapatinho número 35. Outra mudança também macabra é que na obra original o príncipe é avisado do paradeiro de Cinderella por dois corvos que após entregarem a mensagem, seguem para arrancar os olhos das irmães, que passam a viver cegas para o resto da eternidade. (Essa informação eu vou colocar entre parenteses pois não sei ao certo de sua veracidade, mas aqui vai: em algum lugar da internet, eu li que o castigo da madastra foi dançar com sapatos de aço em chamas até que eles se separassem do corpo. Humm, acho que não reclamo mais de sapatos apertados.).

Já na Bela Adormecida (1959) , a versão original conta que a princesa ficou adormecida durante 100 anos, e que ela é posta para dormir por uma profecia, e não uma maldição. E em outra versão (sem ser a dos irmãos Grimm, e na minha opinião bem mais sombria) a Aurora era violentada pelo rei e só acorda quando um de seus filhos, sem querer ,acaba tirando a farpa do seu dedo que a deixava adormecida. Em qualquer versão, esse é um dos filmes da Disney que eu menos gosto, já que a personagem principal, além de precisar de um biba para salvar sua vida, passa mais da metade do filme sem falas! (Depois de descobrir que está noiva, ela simplismete se cala…).

Indo para o fundo do mar temos A Pequena Sereia (1989). A verdadeira história que eu vou contar agora pode ser vista nos extras do DVD especial de aniversário do filme. Bom, essa é uma das histórias mais tristes que eu já li e ela basicamente é a seguinte: Ariel se apaixona pelo belo homem (não princípe) que ela acaba salvando de um afogamento, e para ficar com ele ela faz um trato com a bruxa do mar que arranca a sua lingua e em troca a da pernas para que ela consiga o beijo de amor, MAS quando o príncipe é salvo pela sereia ele acaba em uma ilha e se apaixona por uma mulher local. Em suma: a sereia acaba virando espuma do mar e é obrigada a passar a eternidade ‘batendo’ nas areias onde o seu amor passa a vida com outra.

Já com A Bela e a Fera (1991) e Aladdin (1992) eu não achei nada que eu confiasse a ponto de postar aqui.

Não posso terminar antes de citar a minha favorita. Pocahontas é o único filme da Disney que baseou seu personagem em uma pessoa que realmente existiu, mas como esse post já está mais maior de grande, eu vou deixar pra contar a história dela no próximo.

=]


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